Sinopse: Duke é um homem simples com uma vida modesta, mas amou alguém de todo o coração e, para ele, isso sempre foi suficiente. Na clínica de repouso em que vive, Duke se dedica a ler poemas para os outros pacientes, mas, para uma senhora que sofre de Alzheimer – e somente para ela –, lê um diário especial à espera de que um milagre aconteça.Nele está escrita a emocionante história de Allie Nelson e Noah Calhoun, dois jovens que descobrem o verdadeiro significado da paixão, mas são separados por uma série de obstáculos e mal-entendidos.
Autor(a): Nicholas Sparks | Editora: Arqueiro | Compre aqui: Saraiva, Submarino 

Diário de uma paixão é uma das histórias de maior sucesso de Nicholas Sparks, um dos meus autores favoritos. Recentemente a editora Arqueiro lançou esta nova edição e eu me encantei pela nova capa, decidi que estava mais do que na hora de reler a história de amor de Allie e Noah.

Os protagonistas deste romance são jovens, com uma longa vida pela frente e um amor que os aproxima. O sentimento entre eles é algo intenso, mas que precisará passar por algumas provações para se mostrar digno de ser eterno.


Não há monumentos dedicados a mim e meu nome em breve será esquecido, mas amei alguém de todo o coração e, para mim, isso sempre foi o suficiente.

O tempo e os pais de Allie acabando causando a separação do casal, a distância entre os dois cresce. O sentimento permanece vivo, mas a esperança de um reencontro não é mais reconhecida, já que nem ao menos conseguiram manter contato por um longo tempo.

Porém o destino parece funcionar a favor do jovem casal e o reencontro acontece, mas calma, isso não é spoiler! Enquanto Allie planeja apenas se despedir, pois casará em breve, Noah decide aproveitar cada momento ao lado de sua grande paixão. O que acontece a seguir e a decisão que Allie tomará você só descobrirá ao ler o livro.

Este livro tem algo que torna a narrativa mais pessoal e encantadora, possivelmente seja o fato de ela ser contada por Duke, um senhor idoso que decide narrar todos os dias os fatos escritos em um diário para uma senhora que mora na mesma casa de repouso e acorda todos os dias agitada e confusa devido ao seu estado de Alzheimer avançado. Independente de qualquer coisa, das dificuldades que Duke encontra, ele sabe que a história de Allie e Noah acalma sua companheira de lar e lhe possibilita momentos de alegria.


Se você não conhece ainda esta história, não assistiu ao filme ou sequer sabe da fama que o autor tem em emocionar os leitores apaixonados por romance, então prepare-se para uma narrativa gostosa de ser lida, rápida, envolvente e capaz de arrancar suspiros. A avaliação final não será com 5 estrelas por um único motivo, este não é um dos livros mais sofridos do Nicholas Sparks, é bonito, mas não me deixa abalada após a leitura.

Com certeza é uma ótima opção para quem busca um romance tranquilo de ser lido, sem grandes perdas, mas que nem por isso deixa de ser emocionante. Apaixone-se como Noah e Allie e tenha a esperança e perseverança de Duke.





Sinopse: Mia, uma professora de arte de 25 anos, é filha do proeminente juiz James Dennett de Chicago. Quando ela resolve passar a noite com o desconhecido Colin Thatcher, após levar mais um bolo do seu namorado, uma sucessão de fatos transformam completamente sua vida. Colin, o homem que conhece num bar, a sequestra e a confina numa isolada cabana, em meio a uma gelada fazenda em Minnesota. Mas, curiosamente, não manda nenhum pedido de resgate à familia da garota. O obstinado detetive Gabe Hoffman é convocado para tocar as investigações sobre o paradeiro de Mia. Encontrá-la vira a sua obsessão e ele não mede esforços para isso.
Autor(a): Mary Kubica | Editora: Planeta  | Compre aqui:  Livraria Cultura, Submarino, Saraiva


Uma história intrigante sobre o desaparecimento de uma garota perfeita, uma professora adorada por todos, generosa e filha de um juiz respeitado. O que poderia ter acontecido com Mia para não ter aparecido mais no trabalho?

Mia é seduzida, enganada e arrastada para uma cabana em um lugar abandonado e solitário, onde precisará conviver com seu sequestrador sem saber o que o futuro lhe reserva. Com poucos recursos, muito frio e um gato, ela se vê presa em uma trama arquitetada para tirar dinheiro de seu pai. Mas algo está errado, pois a família não recebe qualquer tipo de pedido de resgate, o que será que está acontecendo?

O leitor descobrirá aos poucos o que aconteceu com Mia através da narrativa feita por personagens distintos e em tempos diferentes. Em alguns momentos a narração não se mostra cronologicamente linear, intercalando fatos que aconteceram antes, durante e após o desaparecimento da personagem.

A autora permite que conheçamos a visão da mãe amorosa, do detetive determinado e do sequestrador. Então se você está cansado de ver a história contada a partir do ponto de vista da vítima, saiba que neste livro encontrará algo mais profundo e completo, com fatos importantes contados por pessoas diferentes, mas envolvidas com o caso.


Nos dias que antecederam o Dia de Ação de Graças, uma mulher coloca seu bebê de três semanas no micro-ondas e outra abre a garganta do filho de 3 anos. Não é justo. Por que essas mulheres ingratas foram abençoadas com filhos quando a minha foi tirada de mim? Será que fui uma mãe tão ruim?

Todos os momentos são ricamente descritos e bem encaixados, cada novo capítulo preenche uma lacuna ou abre espaço para que a imaginação do leitor comece a traçar hipóteses ou se perca totalmente nos planos. Em alguns momentos a narrativa até parece lenta e cansativa, mas não desista, pois para tudo há um motivo, acredite, o final compensa todo e qualquer momento de lentidão.

Este livro me surpreendeu muito, normalmente sou mestre em desvendar mistérios, mas esta história me pegou totalmente de surpresa e me envolveu em sua narrativa tensa e enigmática. Hoje, alguns dias após ter lido o livro, ainda me pego pensando no final, naquela última página reveladora.

Sem dúvida alguma A garota perfeita entrou para a minha lista de preferidos do ano. Se lá em dezembro eu fizer retrospectiva no blog, com certeza este livro entrará para a lista dos top 10.



Sinopse: Casey Marshall tem tudo na vida: é linda, rica, tem amigas maravilhosas e um marido amoroso. Para completar sua felicidade, ela e seu marido, Warren, pretendem começar uma família. Mas, quando tudo parecia perfeito, o inesperado acontece: um carro em alta velocidade atropela Casey, que fica em coma. Completamente incapacitada em uma cama de hospital, a consciência de Casey retorna aos poucos e ela se torna testemunha silenciosa do que acontece ao seu redor.
Autor(a): Joy Field | Editora: Onyria - Fundamento | Compre aqui: Loja da editora


Casey, a protagonista desta história, é a herdeira de uma grande fortuna, o suficiente para nunca passar por dificuldades financeiras. Filha de pais que sempre foram ausentes e irmã mais velha de uma jovem que demonstra a todo o tempo os efeitos que a negligência dos pais podem causar em alguém. Apesar dos problemas familiares, ela é uma mulher independente, feliz, com ótimas amizades e um marido maravilhoso.

Apesar de ter uma vida agradável, rodeada por pessoas que a amam e com sonhos para um futuro não tão distante, nem tudo são flores, principalmente após ser atropelada por um carro em alta velocidade. Esta é a realidade atual de Casey, mesmo que tenha sido um milagre não ter morrido na hora do acidente, ela ainda precisará lutar todos os dias para sobreviver e sair do coma.

Esta poderia ser apenas mais uma história dramática sobre uma mulher que sofre e que está a beira da morte, mas há um detalhe muito importante: ela pode ouvir tudo ao seu redor. Isso mesmo, elas está em coma, imóvel, sem poder falar ou enxergar, mas consegue ouvir. 

Entre uma e outra visita ela acaba ouvindo que talvez seu atropelamento tenha sido intencional, mas quem poderia querer matar a tão doce e amada Casey?

Surpreenda-se junto com a protagonista nesta busca pela descoberta, teste sua imaginação e veja se descobre antes da polícia se foi uma tentativa de assassinato realmente e quem seria o principal suspeito.

A narrativa é muito fluida e não notei o tempo passar, pelos meus cálculos li a história em poucas horas numa tarde de domingo. Não consegui parar de ler antes de descobrir se minhas suspeitas se confirmariam.

Permita-se conhecer a vida perfeita e complicada de Casey, abra-se para ser envolvido por uma história bem construída e repleta de personagens carismáticos e interessantes.




Sinopse: Aos 5 anos, Saroo pede ao irmão mais velho que o deixe acompanhá-lo à cidade onde ele passava os dias em busca de dinheiro e comida. Durante a viagem, o menino adormece. Ao despertar, confuso, se vê sozinho na estação de trem. Ele não sabe onde está o irmão, mas vê um trem parado. Imaginando que Guddu poderia estar lá dentro, Saroo embarca no vagão, e isso o faz atravessar a Índia. Sem saber ler nem escrever, e sem ideia do nome de sua cidade natal ou do próprio sobrenome, ele é obrigado a sobreviver sozinho nas ruas de Calcutá até ser levado para uma agência de adoção e ser escolhido por um casal australiano. Os anos se passam e, ainda que se sinta extremamente agradecido pela nova oportunidade que os Brierleys lhe proporcionaram, Saroo não esquece suas origens.
Autor(a): Saroo Brierley | Editora: Record | Compre aqui: Amazon, Submarino, Saraiva

Para quem ainda não sabe, este livro conta a história real de um menino indiano que se perdeu da família, a história é tão interessante que inspirou o filme Lion: uma jornada para casa que recebeu algumas indicações ao Oscar 2017. Não tive a oportunidade de assistir o filme ainda, então nas próximas linhas você não encontrará uma comparação entre a obra literária e sua adaptação.

Vindo de uma família pobre, onde a fome era presença constante e a luta pela sobrevivência era uma tarefa diária, Saroo, o protagonista desta história, envolve o leitor através de sua narrativa simples e repleta de sensibilidade. Impossível acompanhar a trajetória do pequeno menino confuso e perdido em um lugar totalmente desconhecido e não se emocionar, torcer e vibrar.

Penso neste dia há vinte e cinco anos. Cresci do outro lado do mundo, com um nome e uma família diferentes. Sempre me perguntei se algum dia voltaria a ver minha mãe, meus irmãos e minha irmã.
Inicialmente o protagonista conta sobre suas recordações envolvendo sua família, o lugar onde moravam, as dificuldades pelas quais passavam e as obrigações que as crianças tinham perante a família, afim de auxiliar a mãe a garantir o sustento da casa. É impressionante conhecer a realidade desta família através das lembranças de uma criança pequena, da maturidade que carregava as atitudes de Saroo e seus irmãos, todos sabiam que um precisaria do outro, que juntos eles poderiam superar mais um dia difícil.

A forma como Saroo se perdeu foi descrita com tamanha delicadeza e profundidade, que consegui imaginar a figura do pequeno menino amedrontado e que ao mesmo tempo precisou aprender a sobreviver sozinho, a escapar de todos os perigos e a nunca desistir.

De algum modo, eu me fortaleci ao provar a mim mesmo que era capaz de me virar.

Não vou contar toda a história, apesar de ter muita vontade. Alguns pontos desta história me deixaram chocada, outros me comoveram ou empolgaram, posso dizer que sem dúvida alguma este livro, por mais simples que seja a sua narrativa, é grandioso e belo. É uma lição de vida!


Por falar em livro belo, não posso deixar de lado a bela edição da obra que conta com fotos que ilustram bem a trajetória do pequeno menino indiano que nunca desistiu que reencontrar sua família, nem mesmo depois de ter sido adotado por um casal que sempre lhe deu tudo.



Sinopse: Beleza, fortuna, admiradores e a arrogância ingênua de quem acredita que o dinheiro lhe abrirá todas as portas era o que uma jovem precisava para ser feliz nos Estados Unidos no final do século 19. E Cora Cash tinha tudo isso! Mesmo assim, lhe faltava o que alguns consideravam o mais importante: um título de nobreza. Por isso, para conseguir um casamento que lhe garantisse um status social inabalável, ela foi para a Inglaterra aos 18 anos. A primeira impressão do novo país não foi nada boa – a aristocracia era fria e hostil, dominada por intrigas e fofocas. Mas a situação ficou ainda pior quando Cora se apaixonou por um homem que mal conhecia… e entrou em um jogo com regras desconhecidas e que tinha como único prêmio a própria felicidade!
Autor(a): Daisy Goodwin | Editora: Fundamento | Compre aqui: Loja da editora

Cora é uma jovem rica, que tem tudo o que qualquer menina poderia sonhar. As melhores roupas, festas luxuosas, jóias e pais que a mimam o tempo todo, mas faltava uma coisa, apenas um detalhe, ela não tinha um título. Isso mesmo, sua mãe desejava organizar o casamento de Cora com algum duque, assim sua filha não teria apenas dinheiro, mas também seria considerada importante.

Apesar de aparentar ser uma pessoa com a mente aberta e não ser tão passiva, Cora não demonstrou grande esforço em não seguir os sonhos da mãe, pelo contrário, viajou para outro país em busca do seu par ideal.

Obviamente não posso questionar muito as atitudes da protagonista, pois é preciso ter em mente que esta é uma história que se passa no século XIX e naquela época status era muito importante e as mulheres não tinham o costume de contrariar seus pais, mas confesso que eu gostaria de ter sentido que Cora fosse um pouco mais independente do que realmente era.

O romance presente nesta obra é comum, não posso dizer que seja algo açucarado, tão pouco envolvente, já que tudo acontece muito rápido. A jovem sofre um pequeno acidente e é salva pelo jovem duque que a leva para ser cuidada em sua casa. Conte alguns dias, não mais que uma semana, este é o tempo necessário para que o duque a peça em casamento.

Seguindo adiante e deixando de lado minha implicância pelo romance forçadamente rápido, admito que a história não foi tão bobinha quanto eu imaginava que seria. A autora construiu uma narrativa leve, com personagens não tão cativantes, mas que não se torna chata ou cansativa. 

Acompanhar a adaptação de Cora em uma nova realidade, com novos costumes e sendo vista pela primeira vez como a "estranha" ao invés de ser admirada, como foi durante toda sua vida, foi o ponto alto para mim e o que realmente me prendeu.

Para os fãs de romance de época, provavelmente esta é uma ótima opção de leitura.






Sou uma grande fã de filmes de terror e suspense sobrenatural, adoro tentar desvendar o mistério e ser surpreendida ao final, adoro mais ainda quando esse jogo de descobertas traz consigo uma boa dose de sustos.

O bom e velho tabuleiro OUIJA volta a ser explorado em um filme com protagonistas ingênuos. Como é de se esperar de tramas que envolvam o contato com espíritos, os personagens desta história se mostras descrentes até determinado ponto e então passam a acreditar em tudo sem questionar. 

Inicialmente as protagonistas desta trama não acreditam em espíritos, mas fingem ter contato com o sobrenatural para ganhar dinheiro enganando as pessoas que as buscam para conseguir contato com seus familiares mortos.

Confesso que eu senti um toque de ironia nesta situação. Veja bem, a mãe desta família mentiu durante um bom tempo sobre conseguir conversar com espíritos, até que ao tentar tornar a encenação mais convincente volta para casa com um tabuleiro OUIJA comprado em uma lojinha qualquer, então sua filha mais nova passa a conversar e ser perseguida por seres que apenas querem conversar e tudo é aceito com a maior naturalidade.


É aí que o filme ganha uma nova cara, uma trama mais interessante e com um pouco de sustos. Eu disse um pouco, pois apesar da atmosfera sombria e envolvente que Ouija, a origem do mal, transmite ao espectador, ainda assim não se apresenta com uma grande sequência de tensão.


Um mistério precisa ser desvendado para salvar a família, um padre tenta ajudar e os espíritos mostram que não são bonzinhos como aparentavam. Isso é a base de qualquer filme de terror/suspense sobrenatural, então não espere algo muito além disso, porém deixe-se levar pela história por trás do sobrenatural, pela influência que esta causa na pequena médium que só queria conversar com o pai falecido.

Mesmo com os clichês e com algumas cenas previsíveis, posso dizer que gostei deste filme. Não foi o mais elaborado que eu já vi, mas também passou longe de ser um dos mais entediantes da minha lista. A razão pela presença de seres sobrenaturais na casa e a forma como estes agiram durante anos também se encaixa bem na trama e o final ficou dentro do esperado, me deixando com vontade de saber o que vem depois daquela última cena. 


Sinopse: Durante 18 anos, Jude pôs as necessidades dos filhos em primeiro lugar, e o resultado disso é que seus gêmeos, Mia e Zach, são adolescentes felizes. Quando Lexi começa a estudar no mesmo colégio que eles, ninguém em Pine Island é mais receptivo que Jude. Lexi, uma menina com um passado de sofrimento, criada em lares adotivos temporários, rapidamente se torna a melhor amiga de Mia. E, quando Zach se apaixona por ela, os três se tornam companheiros inseparáveis.
Jude sempre fez o possível para que os filhos não se metessem em encrenca, mas o último ano do ensino médio, com suas festas e descobertas, é uma verdadeira provação. Toda vez que Mia e Zach saem de casa, ela não consegue deixar de se preocupar.
Em uma noite de verão, seus piores pesadelos se concretizam.


Autor(a): Kristin Hannah | Editora: Arqueiro | Compre aqui: Amazon, Submarino, Saraiva


Neste livro os leitores serão apresentados a uma família "perfeita". Um pai bem sucedido, uma mãe amorosa e o casal de gêmeos que estudam na melhor escola e possuem planos de ir para uma das melhores faculdades. Apesar da aparente perfeição esta família possui suas fragilidades, principalmente quando o assunto é Mia, a filha com problemas de sociabilidade, que vive com medo e sozinha, ou então pela constante necessidade que Jude, a mãe da família, tem em mostrar que é diferente de sua própria mãe, o que faz com ela sufoque seus filhos de tanto cuidado.

Tudo muda com o surgimento de Lexi, uma adolescente que já passou por várias dificuldades. Sua mãe era dependente química, o que fez com que desde pequena a jovem rodasse por lares adotivos, até que acaba indo morar na casa de sua tia avó e começa a frequentar a escola dos gêmeos. 

A amizade entre Lexi e Mia é linda, ouso dizer que não lembro de ter visto algo tão sincero e puro quanto o envolvimento destas duas. Lexi surgiu para melhorar a vida de sua amiga, torná-la mais forte e determinada, por outro lado Mia se mostrou leal e amorosa, dividindo sua família e seus sonhos. Me emociono em recordar a relação entre as duas e a forma como tudo se desenrolou.

Era isto o que o amor fazia com uma pessoa? A retorcia e esvaziava até restar apenas a necessidade? Se fosse assim, como ela sobreviveria?

Zach, o gêmeo de Mia, acaba se apaixonando pela melhor amiga da irmã, um sentimento recíproco, mas que passa a ser ignorado com o intuito de proteger a amiga frágil de Mia que poderia se sentir trocada. Posso ficar aqui tagarelando sobre o envolvimento dos dois e como eu torci para que desse certo, assim como também poderia derramar minhas lágrimas contanto os fatos terríveis que a vida reservou para estes irmãos e sua grande amiga.

Em um mar de lamentação, havia ilha de bênçãos, instantes no tempo que nos lembravam do que ainda tínhamos, em vez de tudo o que tínhamos perdido.

Me reaproximei da autora após ler este livro. Voltei a me emocionar, torcer pelos personagens e ter o coração apertado em determinados momentos. Me senti presa à trama que ao ser desenvolvida foi se mostrando viciante. Uma linda história de amizade com um final não tão bonito, uma linda história de amor com promessas de casamento e tudo mais, mas que sofre graves atravessamentos. A necessidade de uma mãe leoa a reaprender a amar após tudo virar de cabeça para baixo. Sem dúvida alguma O caminho para casa é uma montanha russa de emoções, fazendo com que o leitor transborde emoções diversas.

Infelizmente eu não posso me estender neste post, pois estou quase contando o final e isso não seria algo bom. Peço então para que você leia este livro caso goste de histórias bonitas, com toques dramáticos, mas que reforçam a ideia de que é preciso ser forte e não desistir.



Sinopse: Uma caravela portuguesa naufragada há cinco séculos é descoberta no litoral brasileiro. Dentro dela, sete cadáveres aprisionados em uma caixa de prata, acusados, na época, de bruxaria. Universitários irão estudar os cadáveres, que estão em perfeito estado de conservação... Será que estão mesmo mortos?
Autor(a): André Vianco | Editora: Aleph | Compre aqui: Amazon, Saraiva, Submarino, Aleph

Há muito tempo venho querendo ler algo deste autor, vi tantos comentários positivos sobre suas histórias que foi impossível não desenvolver expectativas com esta leitura. A expectativa em nível máximo me fez adiar um pouco o contato com esta história, mas como a bendita não ia embora, optei por ler e ver se ela me atrapalharia ou não.


Vampiros são seres que costumam ser muito explorados na histórias, variando dos mais cruéis e sanguinários, até o mais doce e brilhante. Neste livro o autor conseguiu desenvolver personagens que se encontram em um meio termo. O leitor não encontrará um vampiro queridinho e amigável, mas também não temerá assassinatos constantes a cada nova página.

Em Os sete, André Vianco traz aos leitores uma trama envolvente e com personagens cativantes. Até mesmo os vampiros, descobertos após terem permanecidos trancados por séculos, se mostram interessantes e despertam a curiosidade do leitor, afinal, mesmo sendo seres com poderes de destruição, ainda precisam compreender onde estão e quem são aquelas pessoas estranhas.

Ouso dizer que em determinados momentos a narrativa se torna repetitiva, principalmente no que diz respeito às descobertas dos vampiros na terra nova, mas isso é facilmente superado conforme o leitor inicia um novo capítulo. Acredito que por se tratar de uma obra com seres tão explorados por diversos autores, talvez nem tudo parece novidade ou surpreendente, mas acredito que mesmo assim a leitura é muito válida.

Mesmo com expectativas em níveis exagerados, posso dizer que não fui decepcionada pela história, tão pouco pela escrita do Vianco, mas também não fui surpreendida. É uma história boa, de leitura fácil, rápida e com uma pequena dose de momentos clichês. Sem dúvida alguma iniciei bem meu contato com a escrita do autor.






Eis um filme que foi bem elogiado pela crítica, com diversos posts positivos na internet e obviamente indicado ao Oscar neste ano. Devido a tanta euforia e positividade envolvente a trama deste longa, decidi que estava mais do que na hora de assisti-lo também.

Admito que não sou a mais entusiasmada quando o assunto é ficção científica, talvez por eu não ter tido boas experiências com filmes do gênero ou simplesmente por ter me cansado um pouco da ideia de alienígenas invadindo a terra. Acho que está mais do na hora deles invadirem mesmo, chega de filme e bora tornar realidade. hehehe

Mas abri minha mente e meu coração, então o que você verá por aqui nada mais é do que a minha singela experiência de quase duas horas na frente da tela.

Como eu disse anteriormente, esta é uma trama que retrata uma invasão alienígena. São doze naves espalhadas por diversos países da Terra, cada qual com seu mistério e uma mensagem que precisa ser compreendida. Para desvendar a intenção dos ETs são montadas diversas equipes com profissionais de áreas distintas, incluindo uma linguista determinada e um físico interessante (pelo menos eu achei).


Claro que muito trabalho precisou ser feito, muitas noites sem dormir, muitas tentativas de estabelecer uma diálogo com os seres enormes que se mantinham dentro das naves, mas a missão ultrapassa a relação alienígena e equipe. Há muito mais por trás desta trama bem elaborada, tão elaborada que às vezes senti que eu não estava conseguindo acompanhar o raciocínio.


O filme mostrará questões pertinentes e que proporcionarão uma leve reflexão, como por exemplo a origem da linguagem, a importância desta para uma comunicação, sua mais variada forma, etc. Mas e a imprensa, como ela reage com um furo de reportagem? E as demais nações, conseguem trabalhar em conjunto para descobrir o motivo da invasão ou é cada um por si? Esta e outras perguntas vão sendo respondidas pelo próprio espectador, que construirá sua visão crítica através das cenas e diálogos ricos que esta obra proporciona.

Ouso dizer que este filme fugiu a fórmula pronta de ficção e se centrou em outros pontos importantes e com um toque filosófico interessante, porém admito que fiquei um pouco entediada pela falta de ação, mesmo não sendo fã de filmes deste gênero, eu queria mais ETs, mais ação e talvez até um pouco de destruição. Me decepcionei um pouco, e só agora enquanto escrevo este post consegui assimilar a verdade, não sou o público certo para esta trama, simples assim!

Se você gosta de filmes bonitos, que possuem mensagens por trás de tudo e que não economiza nos detalhes, então pegue o balde de pipoca, pois acabou de encontrar o filme certo para você.







Sinopse: O que este primeiro livro da série O Mensageiro vem nos dizer? E em que dimensão da verdade “A Pedra” será lançada, impulsionada pela síntese das poesias entoadas nos momentos da revivência hipnótica dos fatos?
As respostas para essas e outras questões não virão senão com muitas surpresas.
Umas fazem rir; algumas causam estranheza; outras empatia e múltiplas e simultâneas emoções. E todas levam o leitor a profundas reflexões.
Em um mergulho em águas profundas, o autor faz uma autoanálise que leva o leitor a olhar para dentro de si próprio.
 

Autor(a): Anderson M. Braga | Editora: Chiado | Compre aqui: Chiado

O mensageiro nos leva mais a fundo no interior da alma humana, mostrando o quão indigno o ser humano pode ser simplesmente por nada fazer, sem esperanças ou sonhos, mas também buscando um algo mais que pode vir de qualquer lugar. Podemos ser simplesmente um fracassado ou batalhar para ser alguém na vida...

As vezes a religião pode ser um grande alento para as almas aflitas, mas as vezes pode vir a causar ainda mais aflição isso tudo depende de qual nosso maior desejo. Para uma criança tudo que desfila a seus olhos pode ser o bem ou o mal, mas seus pais sempre serão seus heróis.

Este livro nos introduz a história de um pequeno menino chamado Anderson, e não por acaso, esse livro nos leva em uma viagem pela vida e pela mente do próprio autor, e nessa insana viagem conhecemos seu pai bêbado, sua mãe religiosa que cansa da vidinha infrutífera que leva e foge de casa com os três filhos.

Ao longo do livro vemos a vida do menino desfilar por entre páginas, cada momento algum sentimento novo, mas em todos podemos observar um pouco da natureza humana, das responsabilidades e irresponsabilidades, e do quanto a vida pode ser complicada algumas vezes.

Um livro que com certeza nos leva a refletir muito sobre nossa própria vida vendo um pouco das vivências desse autor que desnudou sua vida em páginas.

Para quem gosta de histórias verídicas é um prato cheio, mas para mim se mostrou uma leitura um pouco cansativa, talvez por eu ter esperado algo mais deste livro ou simplesmente por eu não ser o tipo de leitor que se envolve facilmente por histórias reais que envolvem basicamente o cotiano comum de alguém.

Mas agora depende apenas de você. Se você gosta deste estilo de leitura mais realista, então não se deixe levar pelo meu desânimo, sem dúvida alguma este livro tem muito para lhe mostrar.